
Pra quem não entendeu, AM5 é o nome que estamos usando pro próximo album, enquanto não sai um título. E a era desse album começou ontem, 22 de maio de 2013, na cidade de Ventura, na Califórnia.
Aproveitando pra regressar com o site do AMBR do jeito certo: reunimos todo o material sobre o show de ontem que encontramos por aí. Aproveitem!

Letreiro do show, avisando que está esgotadíssimo

Monkeys chegando pro show

Novo kit de bateria do Matt

Merch disponível pra venda (a camiseta de R U Mine? voltou!)

Mr. Turner de roupas novas


Do I Wanna Know? (música nova)
R U Mine?
Dancing Shoes (não era tocada desde 2009)
Brianstorm
Brick by Brick
Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair
Evil Twin
Old Yellow Bricks (não era tocada desde 2007)
The Hellcat Spangled Shalalala
Crying Lightning
Pretty Visitors
Do Me a Favour
Cornerstone
She’s Thunderstorms
The View from the Afternoon
Fake Tales of San Francisco (não era tocada desde 2007)
I Bet You Look Good on the Dancefloor
That’s Where You’re Wrong
Suck It and See
Fluorescent Adolescent
505


Sim, você leu certo. Jamie Cook vai mesmo casar.
Saiu no site do The Sun de hoje a notícia de que Jamie vai casar com a namorada Katie Downes, com quem tem um relacionamento desde 2006. De acordo com o tabloide, ele fez o pedido alguns dias atrás. O pedido de casamento coincidiu com o fim da tour mundial dos Monkeys. Agora eles estão de férias, mas é esperado que voltem ao estúdio ainda este ano.
Downes trabalha como modelo e aparece regularmente na página 3 do The Sun (página que contém ensaios sensuais), assim como em várias outras revistas masculinas. Ela disse ao The Sun: “Estou me sentindo tão plena – ansiosa e feliz.”
E você, o que acha desse casamento?


Hoje é o dia em que vou entrar num avião e ir pra São Paulo, pra semana mais esperada da minha vida em ao menos 5 anos. Muita gente me fala “mas por que tanto nervosismo, se você já viu 2 shows deles ano passado?”. Explico. Dessa vez, é completamente diferente. Eles estão aqui, na minha terrinha. Além disso, é pra uma coisa muito maior que eu: eles estão aqui pra vocês.
Nos últimos 3 anos, vocês se tornaram parte da minha felicidade. Imaginar eles descobrindo como são adorados por aqui e como vocês são simplesmente fãs incríveis não vai ter preço. Estou ansiosa por mim, por eles e por vocês.
Só espero que o show seja ainda melhor do que vocês imaginaram. Até domingo, vou postar várias coisas interessantes pra preparar vocês. O AMBR vai continuar postando de São Paulo. O de sempre: guia do festival, algumas coisas pra fazer no show (tipo cantar o instrumental de Brianstorm) pra fazer desse show inesquecível.
A quem quiser me encontrar, irei ao Lollapalooza nos dois dias. Vou chegar bem cedo e vou estar na fila com muitas pessoas. Pra quem não me conhece, pode ver quem eu sou por aqui ou aqui. Vou ficar muito feliz de ver vocês.
Acho que é isso. Nos vemos lá!

A banda indie inglesa Arctic Monkeys está em tour com seu mais recente album de estúdio, Suck It And See, e seu single sem album, “R U Mine?”. Essa primavera eles vão se apresentar no Coachella, nos Lollapalooza Chile e Brasil, no Quilmes Rock Festival e irão dar seguimento aos seus shows de abertura para o The Black Keys, nos Estados Unidos.
Em minha entrevista exclusiva com o baterista deles, Matt Helders, nós falamos sobre nomes de músicas, sobre como abrir shows para o The Black Keys fez eles apreciarem mais quando a plateia responde, sobre seu novo single “R U Mine?”, sobre os clipes e muito mais.
Arctic Monkeys está em tour com o The Black Keys nesse momento. Vocês estavam planejando fazer shows nessa primavera, ou isso foi uma oportunidade que apareceu e vocês agarraram?
Exatamente isso, é. Normalmente, nós pararíamos por agora. Nos outros albums, nós ficamos entediados com a tour depois de nove meses. Não entediados, só (entediados) de fazer as mesmas coisas, mas essa tour foi uma oportunidade de algo diferente.
Nós estávamos querendo uma tour como essa desde que começamos, porque nunca fizemos a abertura de shows, nem na Inglaterra, nem aqui. Estávamos tentando achar a banda certa, e tivemos algumas boas ofertas que não deram certo ou em que o tempo não batia. Para essa (tour) nós pensamos que seria estupidez dizer não. É uma tour gigante, e acho que fizemos muito sozinhos, mas nunca algo assim.
Como o novo single “R U Mine?” surgiu? Foi uma música completamente nova ou algo previamente escrito de outro album, nunca usado?
Novinho em folha. Acho que nosso baixista Nick veio com um dos riffs quando estávamos gravando b-sides para outro single. Provavelmente, estávamos fazendo “Evil Twin” ou algo assim. Então, Alex meio que colocou tudo um pouco mais organizado quando estávamos fazendo a tour. Aí então, voltamos pra Sheffield entre os shows na Austrália e na Europa e gravamos isso lá. Não percebemos que ia ser tão boa quando gravamos.
Nós queríamos fazer um novo single nessa tor, ao invés de fazer outro do Suck It And See, porque já tínhamos feito quatro na Inglaterra, e imagino que no resto do mundo também. Depois de “Black Treacle”, nós estávamos “Já é suficiente pra esse album, vamos fazer algo novo.”
A b-side para a relese de “R U Mine?” será “Electricity”. Essa foi alguma das b-sides não-lançadas de vocês, sendo reaproveitada?
Quando gravamos “Electricity”, nós gravamos “You and I”, que foi a b-side de “Black Treacle” e gravamos outra que não funcionou muito bem. Era uma boa música, mas não combinava com “R U Mine?”, então “Electricity” foi a que fez mais sentido. É realmente a única coisa que temos gravada no momento que ninguém ouviu.
Sobre a música que não se encaixou: vocês guardam para usar depois ou nunca mais pensam nela de novo?
Isso depende, nós a temos, mas provavelmente combinaria mais com o último album. Ficaria perfeita em Suck It And See, mas o caminho que “R U Mine?” tomou é o que nós estamos a fim de seguir agora.
Não acho que “R U Mine?” se encaixaria nas músicas do Suck It And See.
Exato. Nós estamos com a ideia de fazer um album como “Evil Twin” e “R U Mine?”.
Eu estava lendo muitos comentários de fãs no video de “R U Mine?”, e um grande número deles estava dizendo que essa música soava como “o velho Arctic Monkeys”. Isso é algo que você também sente?
Não em termos de assunto, mas é um som maior do que o que fizemos antes. Eu entendo o que eles estão querendo dizer, porém. É mais simples, tem um riff, não é um mistério, mas é bem chiclete.
Você faz backing vocal e em algumas músicas, até canta os versos. Através dos anos, você gradualmente começou a cantar mais ou foi algo consciente?
Desde o início eu fiz backing vocals, como no primeiro single, “I Bet You Look Good on the Dancefloor”, mas não muito. Não sei como isso surgiu, mas acho que quando estávamos no estúdio eu curti e consigo fazer bem o suficiente pra colocar em um album (risos). Acho que isso virou mesmo uma “coisa” quando eu cantei muito mais que devia em “Brick By Brick”.
Quando vocês tomam decisões importantes, como estruturam isso, pra ser o mais diplomática possível?
Sempre somos nós quatro tomando as decisões. Não tem ninguém que fale pelos outros e decida. Acho que a gente só discute muitas coisas, mas pensamos parecidos em muitos jeitos, por termos crescido juntos, com uma criação parecida. As casas dos nossos pais são todas no mesmo quarteirão.
Desde o Favourite Worst Nightmare, a banda lançou um album a cada dois anos. É um padrão que vocês vão manter?
Não sei, parece que já tivemos muitas folgas e conseguimos manter isso. Tivemos um ano de folga em algum ponto, não me lembro (risos) e conseguimos nos manter lançando albums.
Acho que ficamos coçando pra voltar pro estúdio, que é o que faz nós pararmos com a tour, pra voltarmos e gravarmos. Dessa vez, provavelmente teremos o verão pra relaxar, mas voltando a “R U Mine?”, nós estamos muito entusiasmados pra fazer mais músicas. Gostamos de fazer coisas nas passagens de som e trabalhamos músicas lá. Nós não podemos simplesmente abandonar isso por um ano. Temos que continuar, pelo bem da nossa sanidade.
Isso é coisa de momento?
Sim, de certo modo. Como estamos com humor pra fazer um album assim, é mais fácil simplesmente ir lá e fazr ao invés de pensar sobre isso por um ano>
O video de “R U Mine?” ultrapassou 2.5 milhões de views em menos de um mês. A possibilidade de todas essas pessoas esperando mais música de vocês já passou pela sua cabeça?
Sim, foi algo bem estranho de se ver. Tem mais views que qualquer um dos videos do Suck It And See. Quando fizemos o video de “Suck It And See”, pensamos “É um bom clipe, é algo diferente da gente” e só alcançou 1 milhão de views recentemente. Nós ficamos surpreendidos com “R U Mine?” se tornar uma coisa grande tão rápido. Eu fiquei muito feliz de ver. Acho que foi um sinal de que talvez as pessoas queiram ouvir mais esse tipo de coisa.
Em algum momento do video, Alex mostra sua tatuagem no braço esquerdo para a câmera. Isso teve algum significado?
Não, a tatuagem é uma rose de Yorkshire, que é de onde nós somos e diz Sheffield embaixo. Ele fez um pouco antes do video, então talvez quisesse mostrar (risos).
Por que Jamie não está fisicamente no video de “R U Mine”?
Ele só não estva lá ainda (risos). Nós estavamos em Los Angeles antes da tour começar, fomos mais cedo, mas ele ainda estava em casa de férias. Eu e Alex estávamos lá há um tempo, só fazendo nada, e Nick veio, mas não deu tempo de Jamie chegar lá. Aliás, ele nem foi pra LA. Voou direto pra Cincinnati, onde nós começamos a tour.
Nós estávamos aproveitando férias e decidimos fazer o video enquanto isso, eu acho. Então, infelizmente, Jamie perdeu isso. Mas ele não liga de não aparecer no clipe, na verdade.
No clipe, você faz muito air drumming. Tem alguma música que não seja do Arctic Monkes que você se pega fazendo isso?
Faço muito isso com Queens Of The Stone Age. Nunca aprendi a música de outras pessoas, porque sempre esqueço. Não consigo tocar nada, se eu não inventar. Nunca aprendi como tocar bateria propriamente, então se tivermos que fazer um cover, nunca fica perfeito.
Tem crianças no YouTube que fazem covers das nossas músicas e eu assisto, e tudo é exatamente o que eu fiz. Não sei como eles passam tanto tempo aprendendo cada coisinha, porque eu nem ao menos toco igual ao vivo e no estúdio. Isso é porque eu esqueço. Bem, não esqueço, mas me acostumo a fazer algo de um certo jeito e depois penso “eu fiz assim no album?”. Algumas notas provavelmente saíram diferentes, mas só se fosse um video, você poderia dizer.
Acho que tem músicas que simplesmente faz você balançar seus braços. As pessoas que não tocam bateria fazem air drums e isso é diversão.
Os títulos das músicas de vocês sempre são engraçados, divertidos e com piadinhas. Qual a estrutura pra escolher os nomes?
Nós estávamos conversando sobre isos no outro dia e Alex disse que geralmente é mais fácil pensar num nome de música antes de escreve-la. “Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair” foi um título antes de ser uma música, não tinha outro jeito de funcionar. Acho que “Brick by Brick” também.
Quando damos nome a um album, é sempre algo mais difícil, porque já fizemos e temos que chamar de alguma coisa. Da próxima vez, queremos fazer tudo antes, até a capa, e então gravaremos e não vai ser realmente importante. Nós podemos tirar isso tudo da mente. O jeito como estamos pensando em fazer, teremos mais tempo pra planejar. Normalmente sobram dois meses pra pensar na capa, num nome, se comprometer com isso e não mudar de ideia.
Para os nomes das músicas, elas podem ser algo que alguém disse e nós pensamos que daria um bom nome, não importa o quão estúpido soe, escrevemos uma música pra isso.
No South By Southwest desse ano, Bruce Springsteen disse em um discurso “Fique forte, fique com fome, fique vivo. E quando você for pro palco fazer barulho, trate a gente como se isso fosse tudo que temos… e então se lembre, é só rock and roll.” O que faz vocês ‘famintos’ para continuar?
Essa frase é muito boa, não é? Acho que depende se você pensa nisso como uma indústria. Pra gente, sempre foi um hobby que se tornou um trabalho. Ainda nos sentimos assim. Obviamente, não é trabalho duro fisicamente, mas você pode estar exausto e longe de casa quase sempre.
Não precisa muito pra eu ainda me sentir com vontade. Não é difícil estar no meu lugar. É um trabalho dos sonhos de muitos jeitos. Tocar ao vivo e receber uma boa resposta, especialmente nessa tour significa mais se você consegue uma resposta. No fim do show, o lugar está cheio e as pessoas estão aplaudindo.
Gosto de ver as pessoas que não sabiam quem a gente era. Você consegue ver essa progressão nas pessoas que estão lá na frente, esperando o The Black Keys, mas que no fim estão mergulhados no nosso show. É disso que uma tour se trata, e não tivemos esse sentimento por um bom tempo, porque tínhamos noss público por garantido.
Quando nós fazemos uma tour na Inglaterra e os ingressos se esgotam, sabemos que eles estão lá pra nos ver. Obviamente, é um sentimento maravilhoso, só é diferente. Você pode ir pro palco pensando “É, eles vão gostar disso, porque foi pra isso que eles vieram. Ao menos que estraguemos tudo, vai ser bom.”
De certo modo, há mais pressão, mas de outro modo há menos, porque ninguém vai pra casa desapontado, porque irão ver o The Black Keys em seguida. Além disso, gostamos de impressionar algumas pessoas que não estão ali pra nos ver ou nunca ouviram falar de nós.
Você consegue dizer do palco qual música dessa tour está conseguindo a melhor resposta?
No momento, acho que “R U Mine”, que nós nunca deixamos de tocar. Não tocamos nos primeiros shows, porque nunca conseguimos lança-la ao vivo. No primeiro show, ela ficou meio esquisita, porque não pudemos passar o som e não podíamos fazer isso sem praticar. No segundo, as pessoas já sabiam a letra e pensamos “isso é loucura”, então agora fechamos o set com ela.
Fomos de não toca-la ao ponto em que ela é a última música e as pessoas entraram nessa. As que sempre tocamos estão lá, como “The View from the Afternoon” e “I Bet You Look Good on the Dancefloor”, mas deixamos de tocar singles como “Suck It and See” pra poder tocar “R U Mine?”. Obviamente, só temos 1 hora nessa tour, mas dá pra montar uma boa setlist.
Tem algum kit de bateria que você nunca mais vai tocar, mas que não pode se desfazer?”
Sim, ainda tenho meu kit do primeiro disco, que eu ganhei no meu aniversário de 18 anos. Tem um que eu comprei e não usei pro novo album. Vou manter em casa e tocar de vez em quando, mas não voulevar pra tour, porque não vou ficar de olho nele. Alguém vai carrega-lo pra lá e pra cá e eu não sei o que pode acontecer. Só tem algums que tem esse valor sentimental, mas para os outros, eu simplesmente pego um novo para algumas tours. Agora, eu tenho um com o Union Jack que eu gosto muito, mas só vai significar alguma coisa depois de anos tocando com ele.
Liricalmente, qual sua música favorita do album Suck It And See?
Gosto das que começam mais misteriosas e menos logo de cara e você precisa descobrir por si mesmo. Talvez “Black Treacle”, porque gosto de como começa. O primeiro verso não necessariamente faz sentido, ou então faz, mas só se pensar sobre ele. Ele deixou o significado para o ouvinte. A interpretação dele pode não ser a sua, mas não tem certo e errado.
Musicalmente, qual sua música favorita do album Suck It And See?
Acho que talvez “All My Own Stunts”, que não tocamos por muito tempo, e eu quase esqueci sobre essa música. Não é tão musical quanto outras. É um pouco mais simples e direta, mas soa um pouco dura e é muito boa de tocar.
Tem alguma música que você nunca cansa de ouvir?
Quando eu gosto uma música, geralmente ouço muito e acabo ficando cheio dela. Acho que ainda poderia ouvir hoje as coisas que eu ouvia no colégio, como Dr. Dre. O album todo “2001″ eu nunca poderia enjoar.
Você lembra quem te introduziu à musica de Dr. Dre?
Provavelmente amigos, como eu e Al ouvíamos esse tipo de música na escola e Eminem estava popular no rádio, uma coisa levou à outra. As crianças da minha idade estavam ouvindo isso. Naquela época, o único rock que ouvíamos era Oasis, Pulp e Blur, porque meu irmão mais velho gostava. Pra nós quatro, era a hora do hip-hop. Se tinha algo com guitarras era Linkin Park e Limp Bizkit, mas nós não gostávamos. Foi preciso aparecer o The Strokes pra percebermos que música não era só Dr. Dre.
O que o resto de 2012 reserva pros Arctic Monkeys?
Nós provavelmente teremos mais alguns meses no verão só pra relaxar, então teremos mais um festival, com o Metallica. É outra coisa que nós acrescentamos e pensamos mesmo em fazer. É um mês depois do fim da tour e estávamos tentados a simplesmente dizer “não, é isso, já estaremos de férias” mas acho que Lars (Ulrich) pediu pessoalmente pra fazermos isso e foi nos assistir algumas vezes. Acho que o festival é dele. Se chama Orion Festival.
A tour do Black Keys terá duas partes, uma acaba semana que vem, então vamos pra América do Sul, aí voltamos e tocamos o Coachella, pra só depois voltar pra tour.
Depois disso, em maio, planejávamos parar, mas vamos fazer esse festival do Metallica porque pensamos nisso e era bom demais pra perder. É outra oportunidade de fazer algo diferente. Depois disso, vamos conversar sobre fazer um novo album.


Na noite de ontem (31), o Arctic tocou na primeira noite do Lollapalooza Chile. Apesar de não serem headliners, os boatos são de que o show teve a duração de 1h30, aproximadamente. A setlist, bem parecida com o resto da turnê, não trouxe surpresas. Veja abaixo a setlist e os videos (clique para abrir):
Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair
Teddy Picker
Crying Lightning
The Hellcat Spangled Shalalala
Library Pictures
Brianstorm
The View From the Afternoon
I Bet You Look Good on the Dancefloor
Brick by Brick
This House Is a Circus
Still Take You Home
Evil Twin
Pretty Visitors
If You Were There, Beware
Suck It and See
Do Me a Favour
When the Sun Goes Down
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R U Mine?
Fluorescent Adolescent
505
Fotos do festival (clique para ampliar):





